quinta-feira, 28 de julho de 2011
Vampiros
Eu não acredito em gnomos ou duendes, mas vampiros existem.
Fique ligado, eles podem estar numa sala de bate-papo virtual, no balcão de um bar, no estacionamento de um shopping.
Vampiros e vampiras aproximam-se com uma conversa fiada, pedem seu telefone, ligam no outro dia, convidam para um cinema. Quando você menos espera, está entregando a eles seu rico pescocinho e mais. Este "mais" você vai acabar descobrindo o que é com o tempo.
Vampiros tratam você muito bem, têm muita cultura, presença de espírito e conhecimento da vida.
Você fica certo que conheceu uma pessoa especial. Custa a se dar conta de que eles são vampiros, parecem gente.
Até que começam a sugar você.
Sugam todinho o seu amor, sugam sua confiança, sugam sua tolerância, sugam sua fé, sugam seu tempo, sugam suas ilusões.
Vampiros deixam você murchinha, chupam até a última gota.
Um belo dia você descobre que nunca recebeu nada em troca, que amou pelos dois, que foi sempre um ombro amigo, que sempre esteve à disposição, e sofreu tão solitariamente que hoje se encontra aí, mais carniça do que carne.
Esta é uma historinha de terror que se repete ano após ano, por séculos.
Relações vampirescas: o morcegão surge com uma carinha de fome e cansaço, como se não tivesse dormido a noite toda, e você se oferece para uma conversa, um abraço, uma força. Aí ele se revitaliza e bate as asinhas.
Acontece em São Paulo, Manaus, Recife, Florianópolis, em todo lugar, não só na Transilvânia.
E ocorre também entre amigos, entre colegas de trabalho, entre familiares, não só nas relações de amor.
Doe sangue para hospitais.
Dê seu sangue por um projeto de vida, por um sonho.
Mas não doe para aqueles que sempre, sempre, sempre vão lhe pedir mais e lhe retribuir jamais.
Martha Medeiros
quarta-feira, 27 de julho de 2011
Quem impede seu crescimento?
Faleceu ontem a pessoa que atrapalhava sua vida...
Um dia, quando os funcionários chegaram para trabalhar, encontraram na portaria um cartaz enorme, no qual estava escrito:
"Faleceu ontem a pessoa que atrapalhava sua vida na Empresa. Você está convidado para o velório na quadra de esportes".
No início, todos se entristeceram com a morte de alguém, mas depois de algum tempo, ficaram curiosos para saber quem estava atrapalhando sua vida e bloqueando seu crescimento na empresa. A agitação na quadra de esportes era tão grande, que foi preciso chamar os seguranças para organizar a fila do velório. Conforme as pessoas iam se aproximando do caixão, a excitação aumentava:
- Quem será que estava atrapalhando o meu progresso ?
- Ainda bem que esse infeliz morreu !
Um a um, os funcionários, agitados, se aproximavam do caixão, olhavam pelo visor do caixão a fim de reconhecer o defunto, engoliam em seco e saiam de cabeça abaixada, sem nada falar uns com os outros. Ficavam no mais absoluto silêncio, como se tivessem sido atingidos no fundo da alma e dirigiam-se para suas salas. Todos, muito curiosos mantinham-se na fila até chegar a sua vez de verificar quem estava no caixão e que tinha atrapalhado tanto a cada um deles.
A pergunta ecoava na mente de todos: "Quem está nesse caixão"?
No visor do caixão havia um espelho e cada um via a si mesmo...
Só existe uma pessoa capaz de limitar seu crescimento: VOCÊ MESMO!
Você é a única pessoa que pode fazer a revolução de sua vida.
Você é a única pessoa que pode prejudicar a sua vida.
Você é a única pessoa que pode ajudar a si mesmo.
"SUA VIDA NÃO MUDA QUANDO SEU CHEFE MUDA, QUANDO SUA EMPRESA MUDA, QUANDO SEUS PAIS MUDAM, QUANDO SEU(SUA) NAMORADO(A) MUDA. SUA VIDA MUDA... QUANDO VOCÊ MUDA! VOCÊ É O ÚNICO RESPONSÁVEL POR ELA."
O mundo é como um espelho que devolve a cada pessoa o reflexo de seus próprios pensamentos e seus atos. A maneira como você encara a vida é que faz toda diferença. A vida muda, quando "você muda".
(Luiz Fernando Veríssimo)
sexta-feira, 22 de julho de 2011
Brilho no olhar
Apenas quero continuar
Cultivando esse brilho no olhar
Pois quando ele se perde
Perco também a motivação
Para trilhar
Esse caminho que
Por vezes é árduo
Por vezes suave e gentil
E que necessita ao mesmo tempo
De paixão e serenidade
Para percorrê-lo
A maturidade traz sabedoria
Para que façamos cada vez mais escolhas conscientes
Mas traz consigo também o medo
Que paralisa diante de situações que pedem impulso e ousadia
Eu só peço:
FÉ - para continuar acreditando que é possível
PACIÊNCIA - para não atropelar o caminho com a minha ansiedade
PERSISTÊNCIA - para não desistir da razão imbutida nesse brilho no olhar!
segunda-feira, 18 de julho de 2011
Vim ao mundo para sentir!
"Eu sei amar.
Mas não sei fugir.
Por isso, não tente me parar.
Não me peça para não ir.
Não me diga para tomar cuidado..
Eu não sei amar mais ou menos.
Quando eu decido, eu vou.
Me entrego, me arrisco, me corto, me estrepo, azar meu!
Sorte minha que nasci assim: vim ao mundo para sentir!"
(Fernanda Mello)
sábado, 16 de julho de 2011
Laços invisíveis
Hoje o mar faz onda feito criança
No balanço calmo a gente descansa
Nessas horas dorme longe a lembrança
De ser feliz
No balanço calmo a gente descansa
Nessas horas dorme longe a lembrança
De ser feliz
Quando a tarde toma a gente nos braços
Sopra um vento que dissolve o cansaço
É o avesso do esforço que eu faço
Pra ser feliz
Sopra um vento que dissolve o cansaço
É o avesso do esforço que eu faço
Pra ser feliz
O que vai ficar na fotografia
São os laços invisíveis que havia
São os laços invisíveis que havia
As cores, figuras, motivos
O sol passando sobre os amigos
Histórias, bebidas, sorrisos
E afeto em frente ao mar.
O sol passando sobre os amigos
Histórias, bebidas, sorrisos
E afeto em frente ao mar.
Quando as sombras vão ficando compridas
Enchendo a casa de silêncio e preguiça
Nessas horas é que Deus deixa pistas
Pra eu ser feliz
Enchendo a casa de silêncio e preguiça
Nessas horas é que Deus deixa pistas
Pra eu ser feliz
E quando o dia não passar de um retrato
Colorindo de saudade o meu quarto
Só aí vou ter certeza de fato
Que eu fui feliz
Colorindo de saudade o meu quarto
Só aí vou ter certeza de fato
Que eu fui feliz
O que vai ficar na fotografia
São os laços invisíveis que havia
São os laços invisíveis que havia
As cores, figuras, motivos
O sol passando sobre os amigos
Histórias, bebidas, sorrisos
E afeto em frente ao mar.
O sol passando sobre os amigos
Histórias, bebidas, sorrisos
E afeto em frente ao mar.
quarta-feira, 13 de julho de 2011
O sapo e a água quente
Vários estudos biológicos demonstram que um sapo colocado num recipiente com a mesma água de sua lagoa fica estático durante todo o tempo em que aquecemos a água, mesmo que ela ferva. O sapo não reage ao gradual aumento de temperatura (mudanças de ambiente) e morre quando a água ferve.
Inchado e feliz.
Inchado e feliz.
Por outro lado, outro sapo que seja jogado nesse recipiente com a água já fervendo, salta imediatamente para fora. Meio chamuscado, porém vivo!
Às vezes, somos sapos fervidos. Não percebemos as mudanças.
Às vezes, somos sapos fervidos. Não percebemos as mudanças.
Achamos que está tudo muito bom, ou que o que está mal vai passar – é só questão de tempo. Estamos prestes a morrer, mas ficamos boiando, estáveis e apáticos, na água que se aquece a cada minuto. Acabamos morrendo, inchadinhos e felizes, sem termos percebido as mudanças à nossa volta.
Sapos fervidos não percebem que além de serem eficientes (fazer certo as coisas), precisam ser eficazes (fazer as coisas certas). E para que isso aconteça, há a necessidade de um contínuo crescimento, com espaço para o diálogo, para a comunicação clara, para dividir e planejar, para uma relação adulta. O desafio ainda maior está na humildade em atuar respeitando o pensamento do próximo.
Há sapos fervidos que ainda acreditam que o fundamental é a obediência, e não a competência: manda quem pode, e obedece quem tem juízo. E nisso tudo, onde está a vida de verdade? É melhor sair meio chamuscado de uma situação, mas vivos e prontos para agir.
domingo, 10 de julho de 2011
Permita-se mudar de opinião!
Não procure ser coerente o tempo todo.
Ser coerente é usar sempre a gravata combinando com a meia.
É ser obrigado a ter, amanhã, as mesmas opiniões que tinha hoje.
E o movimento do mundo – onde fica?
Desde que você não prejudique ninguém, mude de opinião de vez em quando, e caia em contradição sem se envergonhar disso.
Você tem este direito. Não importa o que os outros pensem – porque eles vão pensar de qualquer maneira.
Por isso, relaxe. Deixe o Universo se movimentar à sua volta, descubra a alegria de ser uma surpresa para você mesmo!
quinta-feira, 7 de julho de 2011
Viajar
A viagem não acaba nunca.
Só os viajantes acabam.
E mesmo estes podem prolongar-se em memória, em lembrança, em narrativa.
Quando o visitante sentou na areia da praia e disse:
“Não há mais o que ver”.
Saiba que não era assim.
O fim de uma viagem é apenas o começo de outra.
É preciso ver o que não foi visto, ver outra vez o que se viu já, ver na primavera o que se vira no verão, ver de dia o que se viu de noite, com o sol onde primeiramente a chuva caía, ver a seara verde, o fruto maduro, a pedra que mudou de lugar, a sombra que aqui não estava.
É preciso voltar aos passos que foram dados, para repetir e para traçar caminhos novos ao lado deles.
É preciso recomeçar a viagem.
Sempre!
José Saramago
quarta-feira, 6 de julho de 2011
Viver bem é a melhor vingança!
"To me afastando de tudo que me atrasa, me engana, me segura e me retém.
To me aproximando de tudo que me faz completo, me faz feliz e que me quer bem.
To aproveitando tudo de bom que essa nossa vida tem.
To me dedicando de verdade pra agradar um outro alguém.
To trazendo pra perto de mim quem eu gosto e quem gosta de mim também.
Ultimamente eu só to querendo ver o ‘bom’ que todo mundo tem.
Relaxa, respira, se irritar é bom pra quem?
Supera, suporta, entenda: isento de problemas eu não conheço ninguém.
Queira viver, viver melhor, viver sorrindo e até os cem.
To feliz, to despreocupado, com a vida eu to de bem."
(Caio Fernando de Abreu)
terça-feira, 5 de julho de 2011
A carpa aprende a crescer
A carpa japonesa ( koi) tem a capacidade natural de crescer de acordo com o tamanho do seu ambiente. Assim, num pequeno tanque, ela geralmente não passa de cinco ou sete centímetros – mas pode atingir três vezes este tamanho, se colocada num lago.
Da mesma maneira, as pessoas tem a tendência de crescer de acordo com o ambiente que as cerca. Só que, neste caso, não estamos falando de características físicas, mas de desenvolvimento emocional, espiritual, e intelectual.
Enquanto a carpa é obrigada, para seu próprio bem, a aceitar os limites do seu mundo, nós estamos livres para estabelecer as fronteiras de nossos sonhos. Se somos um peixe maior do que o tanque em que fomos criados, ao invés de nos adaptarmos a ele, devíamos buscar o oceano – mesmo que a adaptação inicial seja desconfortável e dolorosa.
sábado, 2 de julho de 2011
A vida não segue roteiro
Quando penso que encontrei todas as respostas que queria,
Lá vem a vida e muda todas as perguntas!
O caos e a dúvida se instalam
A insegurança e os medos
Mas logo vem a magia e o encanto do recomeço..
Sim, porque sempre estamos recomeçando.
Ciclos atrás de ciclos: um se encerra e outro se inicia..
Quase não há tempo para o luto de um e já nasce outro!
Engatinho, começo a caminhar, tropeço, caio, mas no fim sempre levanto.
Com a cabeça mais erguida, o coração mais fortalecido e a coragem aguçada.
Isso é viver - arriscar-se, entregar-se e acreditar que vamos alcançar nossos objetivos.
Se não fosse ela - a esperança de um amanhã mais colorido, mais alegre e intenso - de que valeria essa vida?
Gosto de riscos, de desafios!
São eles que me fazem acordar toda manhã e agradecer por mais uma oportunidade..
sexta-feira, 1 de julho de 2011
Deusa Minerva - Crenças
Sou aquilo que penso
Minha vida é formada e moldada
Pelo que digo a mim mesma
Quem sou no mundo
É o que penso que sou
O que tenho no mundo
É o que penso que posso ter
O conteúdo da minha mente
É o que eu escolho
Eu descarto, corto, jogo fora
Aquilo que não contribui para nada
O que os outros pensam de mim
É a história deles
E diz muito mais sobre eles
Do que sobre quem eu sou
Na minha jornada
Eu me certifico de que aquilo que carrego
Seja de minha própria e cuidadosa escolha
E me sirva bem.
(Amy Sophia Marashinsky)
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