Prestemos mais atenção ao que nos diz a criança que temos guardada no peito.
Não nos envergonhemos por causa dela. Não vamos deixar que ela tenha medo, porque está só e quase nunca é ouvida.
Vamos permitir que ela tome um pouco as rédeas da nossa existência. Esta criança sabe que um dia é diferente do outro.
Vamos fazer com que se sinta de novo amada. Vamos agradá-la - mesmo que signifique agir de maneira a que não estamos acostumados, mesmo que pareça tolice aos olhos dos outros.
Lembrem-se de que a Sabedoria dos homens é loucura diante de Deus.
Se escutarmos a criança que temos na alma, nossos olhos tornarão a brilhar. Se não perdermos o contato com esta criança, não perderemos o contato com a vida!
( Na margem do Rio Piedra, eu sentei e chorei - Paulo Coelho)

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